Rentabilidades de Outubro

Nota: As rentabilidades mencionadas são líquidas de comissões administrativas, de gestão e de depósito, calculadas com base no valor da UP. Rentabilidades passadas não são garantia de rentabilidades futuras.


Outubro foi um mês misto para as principais classes de ativos. Os mercados acionistas mundiais fecharam o mês em terreno (substancialmente) positivo, com a exceção das ações japonesas, que encerraram no vermelho. Destaque para os índices norte-americanos S&P 500 e NASDAQ que fecharam o mês em máximos históricos absolutos reforçando o momentum positivo! Pelo contrário, o segmento obrigacionista teve um mês negativo.

A volatilidade voltou a fazer-se notar e a pressão na subida das taxas de juro fez-se sentir em praticamente todos os segmentos, com uma especial incidência nos mercados emergentes. As discussões em torno da persistência dos efeitos inflacionários voltaram a concentrar as atenções dos investidores e das intervenções dos Bancos Centrais, que mesmo perante alguns sinais de abrandamento da atividade económica parecem cada vez mais convencidos da inevitabilidade de taxas de juro mais elevadas.

Vamos entrar na reta final do ano! Anteveem-se dois meses preenchidos, em especial no que diz respeito a decisões de política monetária. Mas se por um lado, temos já alguns eventos já esperados pelos investidores, por outro, a incerteza face à evolução da pandemia também se adensa, à medida que entramos no inverno no hemisfério norte. Existem vários riscos, contudo, estão também reunidas as condições para surgirem várias oportunidades de investimento!

Assim, nós aqui na SGF, reforçamos o nosso compromisso de procurar sempre as melhores soluções de investimento, tendo por base os princípios de preservação de capital, transparência, liquidez, orientação para a rendibilidade e independência!