Rentabilidades de Abril

Nota: As rentabilidades mencionadas são líquidas de comissões administrativas, de gestão e de depósito, calculadas com base no valor da UP. Rentabilidades passadas não são garantia de rentabilidades futuras.


Abril pautou-se pelo acentuar das tendências recentes: dados económicos a confirmarem a reaceleração da atividade nos principais blocos com destaque para os EUA, com os indicadores de sentimento e de atividade a melhorar, ao mesmo tempo que os planos de vacinação (e consequente aliviar das medidas de confinamento) avançaram a um bom ritmo! Simultaneamente, os principais índices bolsistas, apesar de termos assistido a alguns (brevíssimos) episódios corretivos, mantêm-se “colados” a máximos traduzindo um grande otimismo dos investidores.
No entanto, importa mencionar que este ambiente de otimismo e “euforia” nas bolsas contrasta com os avisos da Organização Mundial da Saúde que, em sucessivos alertas, tem deixado claro que a pandemia “continua a crescer exponencialmente” e continua a ser uma forte preocupação sobretudo nos países em vias de desenvolvimento (mas também em alguns países europeus).
Contudo, há também a esperança de disponibilização de novas vacinas para breve. O laboratório Valneva anunciou que a vacina que desenvolveu contra o SARS-CoV-2 vai entrar na 3ª fase de ensaios clínicos, a última etapa antes do pedido de comercialização do fármaco e, paralelamente, a Moderna informou que vai realizar importantes investimentos que lhe permitirão aumentar a capacidade de produção da sua vacina, que já está a ser administrada em muitos países e a Pfizer/BionNTech comunicou que vai fornecer mais 50 milhões de vacinas aos países da União Europeia até junho.